Link1 Link2 Link3 Link4 Link5 Image Map
Mostrando postagens com marcador meustextos1. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador meustextos1. Mostrar todas as postagens

Happy new year



Tumblr_mfee8extnr1rsm53yo1_500_large


Ano novo.
Comemorações. Festas. Fogos de artifício. Pular ondinhas.
Mil objetivos traçados para 2013, mil expectativas de um ano melhor. O ano que as melhores coisas vão acontecer pra você. É isso que você pensa?
Então, eu pergunto: Você vai esperar pra que 2012 seja humilhado por 2013 OU você fará as coisas acontecerem?
Quer um 2013 melhor, certo?
Mas vai continuar sendo afim daquele garoto que não te dá bola?
Vai continuar sendo amiga de uma menina que fala mal pelas tuas costas?
Vai continuar cometendo os mesmos equívocos de 2012?
Vai permanecer nos mesmos erros?
Vai esperar a diversão ao invés de ir atrás dela?
Vai continuar apenas existindo ao invés de sair por aí e viver?
Sério, não espera mesmo que pular ondinhas durante a virada do ano vai fazer mesmo com que tudo isso aconteça sem você retirar sua bunda da cadeira né?
Tenha dó.
Quer que esse ano REALMENTE seja melhor?
Valorize-se.
Largue seus maus hábitos.
Não cometa os mesmos erros que cometeu em 2012, corrigia-os. Evite-os. Supere-os.
Viva 2013 intensamente. Revele fotos, não as deixe apenas em redes sociais. Cole fotos pelo seu mural. Por todo o seu quarto.
Nos dias ruins, apenas olhe para os retratos. Relembre aquele momento alegre e se lembre que tudo passa. Você já teve problemas e preocupações antes, mas naquela foto você simplesmente os superou. Os abstraiu. E lá estava você, em um dia ensolarado e colorido. Típico dia após uma tempestade.
É a vida.
Altos e baixos.
E quando nos baixos da vida, olhe pra cima e veja que daqui a um tempo, será lá no topo que você estará. E você olhará aquele abismo como uma lição.
Um aprendizado. Algo que você escapou devido aos seus esforços. A sua escalada.
E não se esqueça: Valorize as pessoas que sempre esteve ao seu lado para te ajudar.
Sempre correu ao teu encontro ao ouvir seu chamado.
Que esteve na luta ao seu lado. Batalhando junto com você.
Aquele amigo que você pede uma mão e ele te oferece as duas. São essas pessoas que devem ser valorizadas. Nunca as perca.
Os desentendimentos são comuns, fazem parte da história de uma grande amizade.
Em 2013, reconcilie-se com ele(a). Mesmo que você ache que o erro não foi seu. Mesmo que você seja muito orgulhoso pra ir atrás pedir perdão. Você sabe que sente falta, então o que tem a perder?
Isso por mais que pareça um texto de auto-ajuda, não é. É um texto pra fazerem as pessoas perceberem como é fácil ser feliz. Como é simples. Como não precisa de muito assim como elas pensam. Ás vezes basta apenas uma palavra para aliviar uma dor de anos.
Ás vezes basta um abraço para aliviar um desconforto.
Um beijo para aliviar a saudade.
Um aperto de mão para aliviar uma desconfiança.
É tão simples.


Pular ondinhas não fará 2013 ser inesquecível, coisas ainda mais simples fará. E como fará.


Recomendação de filme
O filme Se Enlouquecer Não Se Apaixone que é baseado no livro "It's kind of a funny story" de Ned Vizzini. Provavelmente o livro deve ser melhor, mas nunca o li.
Assisti o filme e adorei mesmo.
É de 2010, então provavelmente muitos já assistiram.

Neste drama-comédia situado na cidade de Nova York [baseado no romance de Ned Vizzini], Craig, 16 de anos de idade (Keir Gilchrist), estressado com as demandas de ser um adolescente, se interna em uma clínica de saúde mental. Lá ele descobre que a ala dos menores está fechado - e se encontra preso na enfermaria adulta. Um dos pacientes, Bobby (Zach Galifianakis), logo se torna o mentor e protegido de Craig. Craig também é atraído à outra paciente de 16 anos, Noelle (Emma Roberts). Com uma estadia mínima de cinco dias imposta nele, Craig é sustentado por amizades de dentro e fora da clínica enquanto ele aprende mais sobre a vida, o amor, e as pressões do amadurecimento

15

Summer love



Tumblr_mfgqx33wva1rk9agao1_500_large





Clique em play e leia o texto.

"Oi mundo, espero que esteja escutando. 
Perdoe-me se eu sou nova pra falar de vez,
mas há alguém que ando com saudades."


Consigo me lembrar da areia, onde nossos pés afundaram. Do mar verde que nos encarava.
Das mãos entrelaçadas. E do sol. Consigo lembrar até da intensidade e do brilho solar naquele momento.
Do dia em que gargalhadas foram soltas, beijos foram dados, sorrisos estampados e ao mesmo tempo tristeza. Tristeza por saber que tudo aquilo tinha uma data de término. E quando o dia menos esperado chegasse, haveria um breve Adeus á ser dito.
Enquanto não chegava, continuávamos a nos ver. Aproveitando até os milésimos que insistiam em se passar. 
Durante os longos beijos, culpava meus pulmões por precisarem tanto de oxigênio.
A cada conversa, necessitava conhece-lo sempre mais. Conhecer a sua vida era minha quase obsessão. Queria poder ler seus pensamentos mais profundos, saber dos seus defeitos (que eu duvidava que existisse algum). 
Pedia que ele contasse da sua vida, dos seus desejos, das suas preocupações... Ou pedia apenas pra ele falar, só pra ouvir a sua voz e o seu sotaque. 
Fazia-o rir. Adorava. A sua risada era como uma droga pra mim. 


"I get lost in the beauty of everything I see".  Beleza estupefaciente. E eu a fitava nos momentos de silêncio. 
Era difícil lidar com o fato que ele ia embora, e teria que esperar mais de 300 dias. 
"I've been waiting for you for so long" Esperar o calor efervescente, o mar se embelezar e os turistas chegarem novamente, dentre eles, você. É tanto tempo.
Me pergunto se você sentirá falta de se sujar na areia da praia, das conversas que eu te fazia tagarelar, dos risos, sorrisos, abraços quentes que você dizia que se sentia tão confortável e seguro. "And that's why I need you here".
Eu sei que não há como mudar isso. Querer mudar o limite do nosso tempo é tão inevitável quanto se apaixonar por você. 
Ter o tempo infinito. "Well maybe I'm just dreaming out loud".
Por que com você, as horas se passam mais rápido do que deveriam. 

"So come home".

Obs: Texto ficcional. Criado pela minha mente. Inspirado pela música.



Leu até aqui? Me interesso pela sua opinião.
24

Texto: A despedida




A chuva torrencial nos ensopara completamente. A sua camiseta grudara em seu peito.  
Seu cabelo molhado estava agora em um tom escuro, soltando pingos e escorrendo pelo seu rosto branco e bem desenhado.
O seu maxilar estava rígido e seus dentes trincados. Pude ver a dor que ele estava sentindo. Ou pior, pude sentir a dor dele. Ele cerrou os punhos e tentou buscar uma lufada de ar para poder dizer apenas uma palavra. A palavra que exige mais do que qualquer outra pra ser dita.
               

 Adeus.
A voz rouca pronunciou.
Dor.
Desespero.
Balbuciei vários "não" consecutivos. Meu coração ardia de aflição. Tentei me mover, segurar a mão dele e suplicar pra que ele permanecesse. Pra que ele não fosse embora. Nunca. Dentro de mim algo se debatia, mas por fora, eu estava petrificada.
Por um momento pensei que tivesse desabado no chão, que as forças que me restavam não eram suficientes pra me deixar em pé.
A chuva pareceu ter ficado pior e agora minha visão estava ligeiramente turva, mas ainda conseguia vê-lo.
A questão é: Até quando?
Já conseguia sentir a própria solidão se alastrar pelo meu corpo, mesmo ele ainda estando aqui na minha frente. É como se ele tivesse ido, mas não. Ele não fora ainda.
A água da chuva que escorria pela minha face se misturou com minhas lágrimas, que não tinham horário de cessar. Elas pretendiam me acompanhar a noite. No outro dia. Até não ter mais líquido pra vazar.
Susto.
A sua mão gélida toca em meu rosto e seu polegar enxuga as lágrimas que estavam lá. Ele percebera que não era só as gotas da chuvas que estavam ali.
Fechei os olhos com força enquanto sentia o seu toque, causando calafrios.
 Por favor...
Minha voz saiu rasgada e baixa, mas mesmo com o barulho da chuva forte, ele conseguira me ouvir. Porque agora, olhando bem para o seu rosto, haviam lágrimas ali também. Pude reconhece-las.
A mão dele passou do meu rosto para minha nuca, trazendo meu rosto para perto.
Um beijo. Rápido. Gelado. E doloroso, muito doloroso.
Ele se afastou devagar e me fitou. Seu peito arfava e apesar de estarmos parados faz alguns minutos, ele estava ofegante como um maratonista na linha de chegada.
Virou-se e saiu andando. Fiquei encarando suas costas exarcadas se distanciando, onde cada passo era um rasgo no peito.
E pude sentir a dor de um último beijo, do último momento. Aquele que parece ser uma eternidade, mas na verdade, foram poucos minutos. O momento que você pode descrever tudo detalhadamente como uma história, mas não se passou de um curto instante. É incrivelmente ruim não conseguir esquecer desse tipo de instante.

Escrito por mim, Luana T.

11

Leitura





A leitura é meu cano de escape.  
 Se algo te sufoca nesse mundo, que tal visitar um outro? 


A leitura é meu refugio e a escrita minha libertação. 
Eu escrevo quando não tem com quem falar.
Eu escrevo quando preciso desabafar.
Eu escrevo quando preciso descarregar.
Eu leio quando quero me divertir.
Eu leio quando quero conhecer outros lugares.
Eu leio para ter inspiração.
Eu leio para expandir minha imaginação.
Eu leio e escrevo porque gosto. Porque me sinto bem. Me sinto a vontade comigo mesmo. Não preciso de reconhecimento para continuar, só preciso me sentir confortável. Isso basta.

Ela não sabia como colocar em palavras tudo o que sentia. Apesar de ler muito, a sua inspiração parecia estar bloqueada. Nada lhe vinha na cabeça. Letras e palavras a rondavam, mas nenhuma delas parecia fazer sentido. Então, como se livrar de todo esse peso? O que fazer quando sua única saída está trancada?[…] Até seus únicos amigos, o lápis e o papel, havia deixado-a na mão. Ela precisava encontrar uma nova válvula de escape. (Luana Tenório) 
Esse texto eu criei quando nada me vinha na cabeça. Nenhum frase que parecesse fazer sentido. Nada.
Como se tudo tivesse bloqueado. Nenhuma inspiração.
Qual foi minha saída? Eu peguei um livro e o dissequei por completo. Toda minha imaginação foi recuperada e eu estava preparada para pegar uma folha e preenche-la de palavras. Redigir um texto com qualquer coisa que me viesse a mente, com todos os detalhes possíveis e personagens imaginários.

A leitura é um remédio para o bloqueio da escrita.





3